Ser mãe e psicóloga

Hoje 27 de agosto é o dia do Psicólogo e por isso andei pensando um pouco sobre ser mãe e ser psicóloga.

Um dia cheguei a pensar que o fato de ser psicóloga me ajudaria muito a ser mãe. Talvez pensei num filho como a ilustração dos livros que lia. Mas também não posso ser tão crítica comigo mesma. Talvez em alguns momentos até ajude sim. Mas ajuda tanto quanto ser nutricionista, pedagoga, fisioterapeuta, professora, jornalista, arquiteta, dona de casa, …

Tudo o que viemos aprendendo e construindo na vida está presente dentro da gente no momento atual. Então em algum momento será útil  entender alguns aspectos sobre o desenvolvimento infantil, ser observadora o suficiente para ver quando algo está precisando ser acompanhado mais de perto ou que precisamos de ajuda, assim como será bem importante saber fazer um bom bolo de chocolate ou saber curtir uma tarde de chuva com pipoca e filme.

Entendo que o que é mais importante para nossos filhos é sermos simplesmente mães. Eu diria até que mães intuitivas. Este sexto sentido nasce ou cresce quando ganhamos um filho e é ele o responsável por fazer com que nós utilizemos estas teorias e histórias vividas como ferramentas do nosso arsenal materno.

Hoje não me preocupo tanto em querer saber tudo sobre psicologia infantil, mas me preocupo em não ser a psicóloga da minha filha e sim a sua mãe. Envolta de toda a emoção e amor que me possibilita cuidar e amá-la.  

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